Kit · Guia Google Ads
Guia de estudo · Inovvatur

Do Facebook ao Google, sem susto.

Você domina o Meta. Este é o atalho para dominar o Google — Pesquisa, Maps e YouTube Ads — do zero à escala, com o que os seniores de verdade fazem hoje. Vire as páginas como num livro.

17 capítulosPesquisa · Maps · YouTubebase: podcast vTurb #120
00

Como usar este guia

Leia na ordem uma vez. Depois volte por capítulo, no modo consulta.

Este material vem de duas fontes: (1) o que é documentado e recomendado pelo próprio Google para contas white/legítimas — que é o seu caso: clínicas, profissionais liberais, funis de produto — e (2) a mineração completa do podcast “Segredos da Escala #120” do vTurb, com Denis Pereira, Sarah Lima e Lucas Rêgo.

◆ Leia isto antes de tudo

O podcast é sobre Nutra black na gringa (emagrecimento, ticket alto, contas que caem). Farm de conta, proxy, contingência pesada é a realidade de quem roda oferta que o Google quer derrubar. Você não vai rodar assim. Clínica, médico e funil de R$17 são white: sua conta não cai se você não fizer besteira. Vou marcar o que é sênior gringa (contexto) e o que é pra você aplicar.

  • Pesquisa busca/Maps · YouTube vídeo · Conversão resultado · Risco conta/verba · Demand Gen descoberta
✓ Como navegar

Toque na metade direita da tela pra avançar, na esquerda pra voltar (ou use as setas do teclado / arraste o dedo). ☰ Capítulos pula pra qualquer parte. Tema claro/escuro no ◐.

01

A virada de chave: parar de pensar como Facebook

O erro nº1 de quem vem do Meta é achar que é a mesma coisa com outro nome.

No Meta você interrompe quem está rolando o feed. No Google você atende intenção — na Pesquisa, alguém já procura o que você vende; no YouTube, você interrompe de novo, mas com sinais de intenção que o Facebook não tem.

TemaFacebook / MetaGoogle Ads
Lógica centralInterrupção por interesseIntenção (Pesquisa) + interrupção qualificada (YouTube)
Unidade que escalaCriativo / campanhaMuitas vezes a conta. “Google é volume de conta.”
Estrutura vencedoraVários conjuntos, CBOPoucas campanhas, às vezes 1 só. Dividir verba piora.
Custo do tráfegoCPC alto (R$12–20)YouTube ~R$4–5. Muito mais barato.
Aprendizado~50 conv./7 diasParecido, mas o lance dita o ritmo. Pode “não gastar”.
“Uma oferta que dá 1.5, 1.6 de ROAS no Facebook, no Google dá pra puxar 2.2, 2.3 em escala.”— Denis Pereira, Segredos da Escala #120

Traduzindo: o Google costuma dar lead mais barato e mais qualificado — na Pesquisa a pessoa te procurou, no YouTube ela viu seu argumento antes de clicar. Ótimo pra clínica e pra funil de aplicação.

▸ O modelo mental certo

Pesquisa/Maps = colher demanda que já existe (fundo). YouTube = criar demanda e aquecer (topo/meio) + venda direta quando a oferta é forte.

02

O ecossistema Google Ads

Cada tipo de campanha, pra que serve, e quando NÃO usar.

O Google não tem “campanha de conversão” única como o Meta. Tem tipos de campanha, cada um com um propósito. Saber escolher é 50% do jogo.

Pesquisa (Search)

Anúncios de texto quando alguém digita algo. Fundo de funil puro. Captura “dr. harmonização facial em Santos”. Paga por clique. Base pra profissional liberal e clínica.

Maps / Perfil da Empresa

Seu anúncio e pino aparecem no Maps e no pacote local. Exige Perfil da Empresa verificado. Ouro pra clínica com endereço físico.

YouTube / Vídeo

Anúncios em vídeo. Subdivide em alcance/views (crescer canal, aquecer) e ação por vídeo (venda/lead). Muita conversão hoje passou pra Demand Gen.

Geração de Demanda (Demand Gen)

A campanha “irmã do Meta”: YouTube (feed, Shorts, in-stream), Discover e Gmail, imagem e vídeo, otimizada por conversão. Virou a principal campanha de conversão de vídeo.

“A partir de março veio a geração de demanda obrigatória.”— sobre o Google descontinuar a campanha de vídeo padrão

Performance Max (PMax)

Uma campanha, todos os canais, 100% no algoritmo. Ótima pra e-commerce e leads local com rastreamento impecável. Perde no controle — os seniores de resposta direta abandonaram, mas pra clínica white funciona bem.

Display

Banners em sites parceiros. Barato, volumoso, frio. Use pra remarketing.

★ Sênior gringa

Na resposta direta pesada rodam essencialmente Demand Gen, com dois lances: Maximizar conversões (destravar) e CPA desejado (escalar). E frequentemente uma campanha só por conta.

✓ Pra você (white)

Clínica: Pesquisa + Maps (+ PMax local). Aplicação high-ticket: Demand Gen/YouTube (topo) + Pesquisa de marca (fundo). Low-ticket R$17: Demand Gen ou Vídeo p/ ação.

03

Dicionário do tráfego no Google

Os termos que você precisa falar de cor. Volte aqui sempre.

CPC pesquisa
Custo por clique. Métrica-base da Pesquisa.
CPV vídeo
Custo por visualização. View conta com 30s (ou vídeo todo) ou clique.
CPM
Custo por mil impressões. Campanhas de alcance/topo.
CPA / tCPA conversão
Custo por aquisição. CPA desejado é lance por custo-alvo. Em resposta direta, o tCPA inicial não é o CPA que você quer extrair — é “o lance pra fazer a campanha rodar”.
ROAS / tROAS
Receita ÷ investimento. ROAS desejado exige mandar o valor da conversão de volta (cap. 11).
Maximizar conversões
Lance sem meta de custo. Usado pra destravar conta que não gasta.
Demand Gen descoberta
Campanha de descoberta no YouTube+Discover+Gmail. A “campanha de Facebook” do Google.
Segmentação otimizada
O Google expande além do público definido, buscando quem converte. Padrão na Demand Gen/PMax.
Custom intent / Intenção
Público por palavras e URLs que a pessoa pesquisou/visitou. Sinal forte pro YouTube.
Palavra-chave & correspondência pesquisa
Termo que dispara o anúncio. Ampla, de frase ("aspas"), exata ([colchetes]). Comece frase/exata.
Palavra-chave negativa
Termo que bloqueia o anúncio. Sua ferramenta nº1 contra desperdício.
Índice de qualidade
Nota 1–10 de relevância. Alta = CPC menor e melhor posição.
Fase de aprendizado
Algoritmo calibrando. Evite mexer.
IC (Initiate Checkout)
“Iniciou checkout”. Métrica-guia antes de ter volume de compra.
MCC conta
Conta de administrador. “A BM do Google”: gerencia várias contas sob um guarda-chuva.
Enhanced Conversions
Envia e-mail/telefone com hash junto da conversão pra recuperar rastreio perdido. Ligue sempre.
Conversão offline / importada
Conversão fora do site (lead virou cliente) devolvida ao Google via GCLID. Ensina o algoritmo a buscar lead bom.
GCLID
Google Click ID. O “carimbo” do clique. Guarde pra devolver a conversão offline.
BOV / Verificação de anunciante conta
O Google pede documentos. Normal em conta nova; obrigatório pra rodar.
04

Contas, MCC e “contingência”

Como criar conta certa, o que é MCC, e a verdade sobre contingência.

Criar sua estrutura (white, do jeito certo)

  1. Crie/entre no MCC em ads.google.com/home/tools/manager-accounts. É grátis e vira o topo da sua árvore: um lugar só pra ver Angela, clínica, IAS, com faturamento e permissões centralizados.
  2. Uma conta de anúncios por cliente/negócio. Nunca misture clientes na mesma conta.
  3. Verificação de anunciante (BOV) assim que possível. Conta verificada roda liso.
  4. Faturamento por conta. Perfil de pagamento próprio de cada cliente quando possível.
  5. Instale tag + conversões ANTES de subir campanha (cap. 11). Tráfego sem conversão marcada é dinheiro às cegas.
▸ O que é MCC, sem mistério

Conta “mãe” que administra várias “filhas”. Você entra num lugar só e vê todos os clientes. Permite sub-MCCs (um por gestor) formando MCC Master → sub-MCC → contas.

A tal “contingência” que você lembrava

No podcast, “contingência” é o arsenal pra voltar conta que caiu: estoque de contas aquecidas, proxies, MCCs vinculadas, times de madrugada. Tudo porque, no black nutra, “são duas certezas na vida: você vai morrer e a conta vai cair”.

★ Sênior gringa — como pensam contingência

• Estoque de 200–600 contas “maturando como vinho”. • Vinculam tudo em MCC master → sub-MCCs — hoje isso protege. • E-mail do MCC com domínio de empresa real ajuda o Google a te ver com relevância. • Estrutura é ultrassensível: “mudou uma linha, o robô olha a fundo e você se lasca”.

◆ O que disso vale pra VOCÊ

Seus negócios são legítimos. Ignore farm/proxy/contingência pesada. Pegue só:

  • Use MCC de verdade (organização + faturamento).
  • E-mail com domínio próprio no MCC.
  • Não altere estrutura com a conta rodando (duplique e refaça em vez de editar).
  • Faça a verificação e mantenha dados reais e consistentes.
  • Cliente com histórico de gasto? Use a conta existente.
05

Como o dinheiro é gasto de verdade

Verba, lance, leilão, aprendizado — e o clássico “a conta não gasta”.

No Google, o lance controla tanto quanto a verba. É onde quem vem do Meta mais tropeça: você bota R$500/dia e gasta R$40. Não está quebrada — o lance está apertado.

O leilão em 1 parágrafo

Cada busca é um leilão. Ganha quem tem melhor Ad Rank = lance × índice de qualidade × contexto. Relevância derruba seu custo.

Estratégias de lance

LanceQuando usar
Maximizar cliquesConta novíssima, só pra popular histórico. Transitório.
Maximizar conversõesDestravar conta que não gasta. Sem meta de custo.
CPA desejado (tCPA)Depois de ~15–30 conversões. Escala com custo previsível.
ROAS desejado (tROAS)Valores de conversão variados. Exige mandar valor da venda.
✕ Erro clássico: “a conta não está gastando”

Cheque nesta ordem:

  1. Lance apertado. Troque pra Maximizar conversões por uns dias pra destravar, depois volte ao tCPA.
  2. Limitado por lance, não por verba. Se gasta pouco mas diz “limitado por orçamento”, o problema é o lance.
  3. Público estreito demais (raio pequeno, exclusões demais). Amplie.
  4. Índice baixo / anúncio reprovado — não entra no leilão.
  5. Faturamento (cartão recusado, verificação pendente). Causa boba e invisível.
  6. Fase de aprendizado — os primeiros dias gastam devagar.
  7. Canibalização interna — duas campanhas brigando pela mesma audiência.

Orçamento: como pensar

Regra de bolso white: verba diária ≈ 10–20× o CPA-alvo. CPA de R$50 → R$500–1.000/dia se puder. Cliente pequeno? Aceite aprendizado mais lento.

★ Sênior gringa — a lógica do gasto

Pra fazer conta gastar muito, sobem com CPA alto de cara e escalam dobrando quando “tanca”. Guarde o princípio: lance folgado destrava; lance apertado sufoca.

06

Pesquisa + Maps para clínicas e profissionais liberais

Seu pão-com-manteiga. Lead barato, quente, com endereço.

Aqui o Google brilha: “harmonização facial Santos”, “clínica emagrecimento perto de mim” — a pessoa está a um clique do agendamento. Você não cria demanda, colhe.

Montagem passo a passo

  1. Perfil da Empresa verificado — sem isso não tem Maps. Endereço, telefone, fotos, categoria certa.
  2. Uma campanha de Pesquisa por tema: um grupo por procedimento (Botox, preenchimento, emagrecimento), cada um com suas palavras.
  3. Palavras frase e exata no começo: "harmonização facial santos", [preenchimento labial santos]. Ampla só depois.
  4. Negativas desde o dia 1: grátis, curso, faculdade, salário, vaga, como fazer, sus, aula. Revise os termos de pesquisa toda semana.
  5. Geo por raio (15–25 km) e “presença: pessoas que ESTÃO na área”.
  6. Extensões: sitelinks, frase de destaque (“1ª avaliação sem custo”), chamada e local (puxa o Maps). Sobem CTR de graça.
  7. Lance: comece em Maximizar cliques; com ~15–20 conversões, troque pra Maximizar conversões/tCPA.
  8. Conversão marcada: clique WhatsApp, formulário, clique-pra-ligar (cap. 11 e 13).
✓ Anúncio que converte pra saúde/estética
  • Título 1 = a palavra que ela buscou.
  • Título 2 = prova (“+2.000 Procedimentos”).
  • Título 3 = ação (“Agende sua Avaliação”).
◆ Política de saúde

Nada de “cura/garantido/antes-e-depois”. Alguns termos exigem certificação. Anúncio reprovado = conta não gasta. Foque em avaliação/consulta.

07

Funil de aplicação para high-ticket

Vídeo qualifica, formulário filtra, Pesquisa de marca fecha.

High-ticket se vende na conversa. Seu objetivo não é “venda”, é aplicação qualificada. O vídeo pré-qualifica antes de a pessoa preencher.

  1. Topo — Demand Gen/YouTube: vídeo de 2–5 min que educa e filtra (fala de preço/perfil). Otimize por lead do formulário, não por view.
  2. Página de aplicação: VSL + formulário longo (renda, momento, dor). Formulário longo filtra. Marque o envio.
  3. Qualificação: lead entra no CRM (Bitrix). Marquem quem é qualificado de verdade.
  4. Pulo do gato — devolver a conversão qualificada: mande de volta só os leads que qualificaram (offline via GCLID, cap. 11). O algoritmo passa a buscar o perfil que qualifica. É a lógica do seu diag.inovvatur.com.br.
  5. Fundo — Pesquisa de marca: campanha barata no nome do especialista. ROAS altíssimo, protege contra concorrente.
★ Sênior gringa — o vídeo que qualifica

Não precisa retenção monstro; precisa de avatar certo + copy pro perfil certo. “Existem rostos que convertem.” O vídeo que afasta os errados vale tanto quanto o que atrai os certos.

✓ Duas camadas

Otimize a campanha por “lead” (volume) e monitore a qualidade no CRM. Com ~30+ leads qualificados/mês, migre a otimização pra conversão qualificada devolvida.

08

YouTube Ads para crescer um canal

Objetivo aqui é inscrito e view barata — não venda.

Você quer view barata + retenção + inscrito, semeando audiência que o YouTube entrega de graça no orgânico depois. Campanha de alcance/visualizações, não de conversão.

  1. Campanha de Visualizações de Vídeo. Otimiza CPV — paga barato por quem assiste.
  2. In-stream pulável + in-feed. In-feed traz quem escolheu clicar — rende inscrito melhor.
  3. Afinidade + custom intent: canais concorrentes, palavras do seu público, placements de canais parecidos.
  4. O anúncio pode ser o próprio conteúdo (ou um corte forte). Fisgar quem vai gostar do canal.
  5. Sucesso: CPV baixo, % de view alta, e earned views (quando assiste outros vídeos seus depois). Você paga 1 view e ganha várias.
✓ Sacada

Ative “engajamento ganho” nas colunas. Escale o vídeo com maior earned views por real — é audiência com desconto.

09

YouTube low-ticket: venda direta (funil R$17)

O caso do IAS Turismo — YouTube direto pra página de vendas.

Resposta direta pura: vídeo → página de vendas (VSL) → checkout Hotmart. O modelo mais parecido com o dos seniores — só que white e barato.

  1. Demand Gen otimizada por compra (ou Vídeo p/ ação). Maximizar conversões pra destravar, tCPA depois de ~15 vendas.
  2. Enxuta: 1 campanha, 3–5 criativos (variações de hook/avatar). Não pulverize.
  3. Rastreamento de compra na Hotmart OBRIGATÓRIO antes de subir (cap. 11).
  4. Métrica-guia: IC. Corte criativo que gasta e não gera IC.
  5. Verba modesta (R$50–150/dia), 3–4 dias, leia o IC/CPA antes de julgar.
★ Sênior gringa — validação

Validam por IC barato e volume (10–15 vendas com CPA bom = escala). Cortam cedo: “gastou US$50–100 sem IC, corta”. Segredo: CPC ~R$4–5 vs R$12–20 do Facebook.

◆ Realidade do low-ticket BR

Os seniores avisam: R$17–47 “não roda sem caixa bom” — margem apertada, precisa de volume e VSL que converte muito. Foque em VSL forte + CPC baixo + checkout redondo. Trocar a versão da VSL levou uma conta de zero a ROAS 2.5.

10

Criativo para YouTube: proporções e adaptação do Meta

Seu caso Angela: mesmos vídeos do Meta rodando no YouTube.

Você pode reaproveitar os vídeos do Meta — mas colar o arquivo cru performa mal. O YouTube pede criativo mais “orgânico”.

Proporções que você precisa ter

ProporçãoOnde entra
16:9In-stream, player desktop/TV. Formato principal.
9:16Shorts, mobile vertical, Demand Gen. É o seu Reels/Stories.
1:1In-feed, Discover, Gmail. Coringa da Demand Gen.

Suba as três quando possível. No mínimo 9:16 (já tem) + 16:9.

✓ Adaptar o vídeo do Meta (checklist)
  • Tire música, legenda queimada e transições agressivas.
  • Mais orgânico: avatar + hook curioso + argumento.
  • Primeiros 5s decidem (in-stream pula em 5s).
  • Áudio limpo — no YouTube assistem com som.
  • CTA verbal + na tela no fim.
★ Sênior gringa — o 80/20

Ordem: 1º copy, 2º avatar, 3º hook visual. Testam 3 avatares × 3 hooks. O que move a agulha é hook e copy, não firula de edição.

▸ Fluxo pra subir (Angela, hoje)

Suba os vídeos no canal como “não listado”, depois em Biblioteca de recursos → Vídeos monte a Demand Gen apontando pra eles. Passo a passo no cap. 16.

11

Rastreamento: tags, eventos e conversões

O capítulo mais importante. Sem isso, todo o resto é chute.

No Google, rastreamento é o combustível do algoritmo. Você marca o que é “bom” e o Smart Bidding vai atrás de mais gente parecida. Marca errado, otimiza errado.

A base: Google Tag + GTM

  1. Google Tag via GTM (não hard-coded) pra gerenciar tudo num lugar.
  2. Crie as conversões (Ferramentas → Conversões): Compra, Lead, Clique WhatsApp, Agendou.
  3. Dispare cada uma via GTM no evento certo (página de obrigado, clique no botão).
  4. Enhanced Conversions ligado — recupera 5–15% perdidos. Sempre.
  5. Uma conversão primária (a que o lance persegue). As outras, secundárias.

Evento de compra na Hotmart (IAS R$17)

  • Pixel de rastreamento da Hotmart: Ferramentas → Pixel, cadastre o ID de conversão do Google Ads + rótulo. A Hotmart dispara a compra aprovada.
  • Página de obrigado própria (mais confiável): dispare ali a conversão de Compra com o valor. Se o checkout é 100% Hotmart, use o pixel dela apontando pro Google.
✓ Regra de ouro (da sua memória)

Depois de configurar, faça compra-teste e confira no Google Ads se a conversão chegou. Não confie no “configurado com sucesso”.

Devolver lead qualificado (o modelo do diag)

  1. Capture o GCLID na chegada. Um script grava o ?gclid= num campo escondido → viaja com o lead pro Bitrix.
  2. Qualifique no CRM. É qualificado? agendou? compareceu? virou cliente?
  3. Devolva a conversão offline com o GCLID + nome (“Lead Qualificado”, “Cliente”). Via planilha agendada, API, ou n8n (Bitrix → Google Ads).
  4. Otimize por essa conversão. O CPA sobe no painel, mas o CPA real (por cliente) despenca.
▸ Por que é ouro pro high-ticket

Sem devolver, o Google acha “sucesso = formulário preenchido” e te enche de curioso. Devolvendo “lead qualificado”, ele aprende o padrão de quem tem dinheiro e intenção.

✓ Server-side (avançado)

Depois migre pra GTM Server-Side — mais preciso, resiste a iOS/bloqueador, e o mesmo servidor alimenta a API de Conversões do Meta.

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UTMs & parâmetros

Pra saber de onde veio cada real — e cruzar com o CRM.

UTM é o etiquetamento do link. No Google, configure no modelo de acompanhamento e use ValueTrack (variáveis que o Google preenche sozinho).

ParâmetroValor sugerido
utm_sourcegoogle
utm_mediumcpc
utm_campaign{campaignid} ou nome fixo
utm_content{creative}
utm_term{keyword}
gclido Google adiciona sozinho — não remova

{lpurl}?utm_source=google&utm_medium=cpc&utm_campaign={campaignid}&utm_content={creative}

◆ Cuidado

Ative auto-tagging (gera o GCLID). GCLID é pro Google, UTMs são pro GA4/CRM — convivem. Teste o link final: parâmetro mal montado dá erro e derruba a campanha.

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LP com botão de WhatsApp: é o melhor caminho?

Sua dúvida direta — com a nuance de tracking e volume.

LP com botão de WhatsApp é comum e funciona pra volume, mas tem um calcanhar: o algoritmo não vê o que rola dentro do WhatsApp.

ModeloPrósContras
LP → botão WhatsAppVolume, atrito baixo, lead quenteConversão morre no clique; otimiza por clique, não por venda
LP → formulárioCaptura dados + GCLID; dá pra qualificar e devolverMenos volume, mais atrito
Formulário → WhatsAppMelhor dos dois: captura e joga pro WhatsAppUm passo a mais; precisa automação
✓ Recomendação
  1. Marque o clique do botão como conversão (GTM). Mínimo — senão otimiza por pageview.
  2. Melhor: mini-formulário antes do WhatsApp (nome + telefone). Grava o GCLID; quando vira cliente, devolve a conversão qualificada.
  3. Link com parâmetro (wa.me/55...?text=Vim%20do%20anúncio).
  4. Volume rápido → botão direto serve. Qualidade/high-ticket → capture o dado antes.
★ Princípio que vale de FB a Google

“Você marca o que quer que o algoritmo persiga.” Reportou ‘clicou no WhatsApp’? Vai ganhar quem clica e some. Marque o evento mais fundo que medir — idealmente venda ou lead qualificado.

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Erros comuns & como contornar

O mapa das minas. A maioria tem correção simples.

Conta/cliente não gasta
Cap. 5: lance apertado → limitado por lance → público estreito → anúncio reprovado → faturamento → aprendizado → canibalização.
Anúncio reprovado (saúde)
Reescreva sóbrio, veja se o nicho exige certificação, nunca prometa resultado. Peça revisão.
Mexer na fase de aprendizado
Reinicia tudo. Deixe 5–7 dias, só então otimize.
Pulverizar verba
Divide entrega, nada sai do aprendizado. Consolide.
tCPA/tROAS irreal no início
Meta apertada = não gasta. Comece folgado, aperte com dados.
Sem negativas (Pesquisa)
Você paga por “grátis, curso, vaga”. Revise termos toda semana.
Conversão quebrada
O erro mais caro e invisível. Faça conversão-teste sempre.
Editar estrutura rodando
Trocar domínio/URL de campanha ativa trava entrega. Duplique e refaça.
Vídeo do Meta cru no YT
Performa mal. Tire legenda/música, hook nos 5s (cap. 10).
Otimizar por clique de WhatsApp
Enche de curioso. Marque evento mais fundo ou devolva lead qualificado.
Julgar em 2 dias
Dê 3–5 dias e volume mínimo antes de matar/escalar.
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Sabedoria de sênior + contatos no Google

Frases pra colar na parede e como falar com gente de verdade no Google.

Frases de ouro do #120

“A cada dois, três meses você é um novo youtuber.”— o Google muda o tempo todo; estude sempre.
“Pensa como robô: ele lê código. Mudou uma linha, ele olha a fundo.”— estabilidade de estrutura importa.
“Encaixar a campanha... aí estoura o champanhe.”— escalar = dobrar verba e ver se ‘tanca’.
“São números — 10 mil, 20 mil, 1 milhão. O gestor não pode se assustar.”— sangue frio é habilidade técnica.

Dicas transferíveis

  • SPY obrigatório. Estude anúncios que rodam há tempo (Biblioteca de Anúncios). “Bateu o olho no spy, sei quem tá escalando.”
  • Networking é 80/20. Entre em grupos, vá a eventos, troque com quem roda Google de verdade.
  • Confia no processo. O Google castiga no começo. Estrutura certa + paciência ganham.
  • A VSL/copy é a alavanca. Antes de mexer em verba, melhore a oferta e o vídeo.

Contatos e suporte que você PODE usar

▸ Como falar com gente no Google
  • Suporte do Google Ads — ícone “?” → “Fale conosco”. Faturamento, reprovação, verificação.
  • Google Partners: vire parceiro e ganhe gerente dedicado, betas, suporte prioritário. google.com/partners
  • Rep de vendas Google: contas com certo volume recebem um rep que liga. Aceite — é grátis e libera recurso.
  • Skillshop (grátis): certificações de Pesquisa, Vídeo e Medição. Destrava o selo Partner.
  • Comunidade de Ajuda / Product Experts — fórum com especialistas.
✓ Nomes pra estudar (BR)

Além de Denis Pereira e Thiago Tessmann (referência forte em Google/YouTube Ads BR), siga Sarah Lima e Lucas Rêgo, e o vTurb (“Segredos da Escala”). Filtre: muito é black/gringa — pegue os princípios, aplique white.

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Seus 3 planos de ação

Do específico pro imediato. Abra na hora de subir.

HOJE Angela — vídeos do Meta no YouTube

  1. Suba os vídeos no canal como “não listado” (16:9 e 9:16).
  2. Confira o rastreamento — a conversão da Angela já chega? Replique aqui.
  3. Demand Gen, 1 campanha, otimizada pela conversão certa. Comece em Maximizar conversões.
  4. 1 grupo, 3–5 anúncios (variações que já funcionam no Meta, adaptadas).
  5. Público: segmentação otimizada + custom intent + placements de canais parecidos.
  6. UTMs no modelo de acompanhamento + auto-tagging.
  7. Verba modesta, 3–4 dias, não mexer. Escale o que tanca.

SEMANA QUE VEM Clínica médica

  1. Perfil da Empresa verificado (Maps).
  2. Pesquisa por procedimento: grupos, palavras frase/exata, negativas, raio, extensões (chamada + local).
  3. Políticas de saúde — anúncio sóbrio, foco em avaliação.
  4. Conversões: WhatsApp + formulário + clique-pra-ligar. Se der, mini-formulário antes do WhatsApp.
  5. PMax local depois que a Pesquisa estabilizar.

SEMANA QUE VEM IAS Turismo — R$17 no YouTube

  1. Rastreamento de compra na Hotmart PRIMEIRO. Compra-teste. Sem isso, não suba.
  2. Demand Gen por compra, 1 campanha, 3–5 criativos. Max conversões → tCPA após ~15 vendas.
  3. Criativo YouTube-nativo (hook nos 5s, áudio limpo) → VSL → checkout Hotmart.
  4. Métrica-guia: IC barato. Escale o que gera venda com CPA saudável.
  5. Expectativa realista: low-ticket BR tem margem apertada. Ganho vem de VSL + CPC baixo + volume.
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Checklists de bolso

Antes de subir qualquer campanha, passe o olho aqui.

Antes de subir

  • Conta no MCC e verificação feita/em andamento
  • Google Tag + GTM disparando
  • Conversões criadas, testadas e chegando
  • Uma conversão primária definida
  • Enhanced Conversions ligado
  • Auto-tagging (GCLID) + UTMs
  • Negativas (Pesquisa) e público (vídeo)
  • Faturamento ativo
  • Criativos 16:9 + 9:16 + 1:1

“Não está gastando”

  • Lance folgado? (senão Maximizar conversões)
  • “Limitado por lance” e não por orçamento?
  • Público/raio/palavras amplos?
  • Anúncio reprovado bloqueando?
  • Faturamento ok?
  • Ainda em aprendizado (< 5 dias)?
  • Duas campanhas brigando?

Rotina semanal

  • Revisar termos de pesquisa e negar lixo
  • Conferir se conversões continuam chegando
  • Cortar o que não rende, escalar o que tanca
  • Cruzar leads com o CRM
  • Devolver conversões qualificadas
  • Spy nos concorrentes
✓ Última coisa

Leia uma vez inteiro. Depois, na hora de rodar, volte só no capítulo do dia (6, 7, 8, 9 ou 16) + o checklist. Em 3–4 campanhas, o Google vira tão natural quanto o Facebook.

Guia: podcast “Segredos da Escala #120” (vTurb) + documentação Google Ads · Inovvatur.
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